Voluntários participam do primeiro encontro dos Colegiados

Voluntários das Pastorais Social, da Maturidade e Sabedoria (Espaço de Convivência)  e Ambulatório NSRainha reuniram-se, na noite desta segunda-feira, 05 de novembro, para a Primeira Reunião do Colegiado Social. O encontro conduzido pelos párocos solidários, Padres Arnaldo Cézar de Carvalho e Aureo Nogueira de Freitas reservou aos fiéis momentos de oração, reflexão e diálogo.

Na oportunidade, os voluntários foram convidados a meditar a Palavra do Senhor e, também, a refletirem o documento de Aparecida, “Uma renovada pastoral social para a promoção humana integral”, texto da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe.

A dinâmica “Tecendo Olhares” convidou os fiéis a apresentarem-se e ainda promoverem a integração. Unidos pelas pontas de um barbante, falaram palavras que simbolizavam o trabalho missionários de cada pastoral. Padre Aureo destacou a importância da Ação Social presente nas paróquias e o papel ativo  do Vicariato Social para Ação Pastoral e Social da Arquidiocese de Belo Horizonte, responsável pela orientação das inciativas sociais e projetos de acolhida aos mais pobres nas comunidades.

Padres Arnaldo Cézar de Carvalho e Aureo Nogueira de Freitas durante encontro do Colegiado Social

Padre Arnaldo concluiu a reunião explicando o papel do Colegiado e diretrizes gerais para as pastorais. “Nós enquanto Igreja temos que trabalhar em comunhão e valorizar as pessoas. Portanto, estamos em busca de resgatar o sentido da palavra colégio. Nós que somos batizados, somos membros do Corpo de Cristo, dessa forma devemos ser colegiados. Assim não existe uma pessoa melhor do que a outra, existe o ser humano. Todos somos queridos, importantes e temos um significado muito especial para Deus. As paróquias e comunidades espalhadas pelo mundo têm o propósito de trabalhar colegiadamente, uma Igreja participativa e missionária. O objetivo é integrar esses grupos entre si e também intercalá-los aos Conselhos Administrativo e Pastoral Paroquial. As representações dos leigos constituirão toda a dinâmica de evangelização paroquial. A ideia central é dinamizar a corresponsabilidade de todos com a comunidade”.

 

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