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Artigo – “Idolatrias” – Prof. Antônio de Oliveira

Prof. Antônio de Oliveira antonioliveira2011@live.com Acautela-te dos deuses com “d” minúsculo. Parecem absolutos, mas são relativos, temporários: dinheiro, ditadura da beleza, fama, consumismo, drogas, trabalho compulsivo (workaholic), joias, propinas, poder e mando, máquina. A máquina facilita sobremaneira a vida das pessoas, no espaço e no tempo, mas pode também tornar-se bezerro de ouro, objeto de […]

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Artigo – Perfil de mulher – Prof. Antônio de Oliveira

Prof. Antônio de Oliveira antonioliveira2011@live.com Corria o ano de 1851. A dançarina italiana Maria Baderna se exibe no Rio de Janeiro. Baderna conquistou uma legião de fãs. Daí a palavra “baderna” ficou associada aos barulhentos admiradores da artista, que passaram a ser identificados como badernistas ou baderneiros. Baderna, então, de sobrenome tornou-se substantivo comum, passando […]

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Artigo – Marcando o tempo… – Prof. Antônio de Oliveira

Prof. Antônio de Oliveira antonioliveira2011@live.com Vivemos contando os dias, as semanas, os meses, os anos, décadas, séculos, milênios. Calendário e relógio. Relógio da matriz, relógio de parede, de sol, de braço, do celular. Marcadores em algarismos romanos, o relógio de bolso, antigo, de ouro, lembra anos dourados. Hoje, peça de museu, de feira ou loja […]

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Artigo – Tempestade em copo d’água – Prof. Antônio de Oliveira

Prof. Antônio de Oliveira antonioliveira2011@live.com Fazer uma tempestade num copo d’água. A mídia é dada a isso, principalmente através de manchetes sensacionalistas. TV e cinema também costumam fazer sensacionalismos, de tal maneira que o público se sinta atraído. O governo também. Cria obstáculos, propositadamente de caráter burocrático protelatório, em situações de solução simples. A propaganda […]

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Artigo – “Comemorar aniversário” – Prof. Antônio de Oliveira

Prof. Antônio de Oliveira antonioliveira2011@live.com Aniversário se faz todo ano. Todo ano, a mesma coisa. Mas é diferente. Uma coisa é comemorar oito anos; outra coisa, oitenta. O dia em que completamos mais um ano é sempre um marco a mais. Demarca-se, todo ano, mais uma meta atingida. Há pessoas que escondem a idade como […]

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Artigo – Viver perto das pessoas – Prof. Antônio de Oliveira

Prof. Antônio de Oliveira antonioliveira2011@live.com Isto é, conviver. Constatação de Riobaldo, em Grande Sertão: Veredas: “Viver perto das pessoas é sempre dificultoso, na face dos olhos”. Isso porque, entre outros porquês, vale a afirmação cantada em prosa e verso: “De perto ninguém é normal”. Vivemos a “struggle for life”, luta pela vida, na corrida diária […]

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Artigo – Uma espécie de velhice – Prof. Antônio de Oliveira

Prof. Antônio de Oliveira antonioliveira2011@live.com “Moço: toda saudade é uma espécie de velhice”, sentencia Riobaldo. Saudosismo é exacerbação superlativa de saudade. É tênue a distância entre saudade e saudosismo, e esse nos deixa a ver navios. Ver navios lembra um quadro histórico. Em 4 de agosto de 1578 travou-se a batalha de Alcácer Quibir, no […]

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Artigo – Décadas depois… – Prof. Antônio de Oliveira

Prof. Antônio de Oliveira antonioliveira2011@live.com Da releitura do livro Quarto de Despejo, alguns dos pensamentos da autora, Carolina Maria de Jesus, moradora de aglomerado. Pinçadas, aqui e ali, ao longo do livro, algumas reflexões que continuam desafiantes e atuais, com a agravante, hoje em dia, do elevado índice de violência explícita. Carolina escrevia, inicialmente, em […]

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Artigo – A arte que finge… – Prof. Antônio de Oliveira

Prof. Antônio de Oliveira antonioliveira2011@live.com Fernando Pessoa considera o poeta um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente. Para Pablo Neruda, a poesia tem comunicação secreta com o sofrimento do ser humano. Vive pertinho do céu quem vive num barracão de zinco, sem telhado, sem pintura, […]

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Artigo – No mundo da lua – Prof. Antônio de Oliveira

Prof. Antônio de Oliveira antonioliveira2011@live.com O amor romântico tem dado sinais de que vai sair de cena. O idílio também vai junto. Essa forma de amor poético, suave e gostoso, apaixonado, fantasioso, sonhador, galanteador, devaneador, de mitificação da mulher. Pessoas que assim se amam não mais parecem ser deste mundo. São de um mundo antigo. […]

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Artigo – Só no Tempo do Onça? Que nada! Hoje também…

Prof. Antônio de Oliveira antonioliveira2011@live.com Durante sete anos, entre 1725 e 1732, o Rio de Janeiro foi governado pelo capitão Luís Vahia Monteiro, homem autoritário, temperamental, considerado truculento, turrão, retrógrado, ranzinza. Seu apelido era Onça. “O senhor viu onça: boca de lado a lado, raivável, pelos filhos?” Frequentemente Onça se desentendia com religiosos e políticos […]

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