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III SEMINÁRIO DA MATURIDADE - O ENVELHECIMENTO É UM PRÊMIO
III SEMINÁRIO DA MATURIDADE - O ENVELHECIMENTO É UM PRÊMIO

Para comemorar o Dia Mundial do Idoso, celebrado no dia 1º de outubro, a Pastoral da Convivência da paróquia Nossa Senhora Rainha promoveu neste sábado, 05 de outubro, no Salão Pedro, o III Seminário de Convivência com a Maturidade, que teve a presença de mais de 100 pessoas. O tema deste ano foi “O idoso produtivo, que participa, cresce e se desenvolve” e a programação incluiu músicas de louvor, palestras, debates, testemunhos e dinâmicas de grupo, sob a coordenação do médico gerontólogo e nutrólogo, doutor Adjar Mendes, que também é membro do Conselho Superior do Instituto Mineiro de História da Medicina e coordenador do Grupo Convivência da paróquia Nossa Senhora Rainha.

Depois da exibição de um vídeo mostrando o sucesso que uma cantora idosa fez em um concurso de calouros nos Estados Unidos e da acolhida com músicas e cânticos de louvor com a dupla Isabela Stheling (voz) e Gleyson (voz e violão), o Seminário foi aberto com a palestra “As Multidimensões do Envelhecimento”, proferida pelo doutor Adjar Mendes. Ele começou a desenvolver o tema dizendo que a idade é um dos marcadores piores que existe e criticou aquelas plaquinhas (em ônibus, locais públicos etc.) que sempre colocam a figura de um idoso com uma bengala, alegando que “elas não contribuem em nada”.

RIT_3451.JPGO gerontólogo falou que não existe mais aquela antiga geriatria, que tratava do idoso que treme, que manca etc. Ele explica que a visão não é essa mais. Atualmente, trabalha-se com a geriatria preventiva. Mas as ações não podem ser condutas para não ficar velho, mas para atuar no processo de envelhecimento. Adjar falou das várias percepções que a sociedade geralmente tem para com o envelhecimento, e que não representam a realidade: as perdas de pessoas queridas, a aposentadoria, a solidão, a perda de ritmo, da utilidade (a pessoa pensa que se tornou inútil) e da falta de atenção por parte das pessoas (o que ela diz não interessa mais aos outros).

O médico afirmou que o envelhecimento é um processo multidimensional e que, dentro dele, a dimensão cronológica é a menos importante, pois não diz muito sobre o envelhecimento. “As perdas patológicas acontecem com algumas pessoas, mas não é verdade que as pessoas idosas adoecem mais que os jovens. Você pode pegar vários exemplos de pessoas com idades mais avançadas e com problemas de saúde e de vida, mas também pode citar vários jovens que estão com câncer, diabéticos, que não têm emprego, não conseguem estudar etc.”, compara. Adjar disse que o problema não é da idade e sim da pessoa, pois apesar das deficiências e das dificuldades, nós podemos continuar nos desenvolvendo e sendo produtivos à medida que envelhecemos.
 
O nutrólogo disse que não existe uma única fórmula para lidar com o envelhecimento, mas que existem atitudes e caminhos que certamente vão proporcionar mais prazer e felicidade à pessoa idosa: fazer regularmente atividades físicas, ensinar aos outros uma arte ou um ofício, ampliar os relacionamentos, conhecer novas pessoas, treinar com os outros o desapego e viajar, conheça novos povos e novas culturas. E completou: “se não puder viajar para longe, viaje para perto, e, se não puder viajar para perto, viaje até a igreja Nossa Senhora Rainha nas noites de terça-feira, a partir das 20h, quando acontece o encontro semanal do Grupo Convivência”. Ele afirmou que as pessoas têm que ter atitudes dinâmicas e não ficarem presas a um ponto fixo e que é preciso cuidar de si próprio para ter saúde e poder fazer bem aos outros, interagir, viajar, cantar, dançar, participar, produzir etc.

Mas quando começa biologicamente o envelhecimento? Na opinião do doutor Adjar Mendes, ele se inicia quando cessa a idade reprodutiva e começam as quedas de hormônios etc. Ele explicou que, cientificamente, ninguém sabe com certeza absoluta o que é o envelhecimento, porque envelhecemos, e que existem 20 teorias sobre o envelhecimento humano, que incluem radicais livres, sistema imunológico, livre acerto etc. Ele brincou que, quando fazemos aniversário, cabe a pergunta: “aniversário de qual órgão, do cérebro, do coração, dos olhos, dos rins?”. O médico afirmou que nós envelhecemos por parte. E isso muitas vezes determina as limitações visuais, auditivas, entre outras, das pessoas idosas. Mas ele ressaltou que o principal é o modo de vida, as opções que fazemos para vivermos melhor, mais felizes, com atitudes que fazem bem para o corpo, para a alma, para o espírito. Ter um comportamento ativo e saudável pode fazer a grande diferença, pois cada pessoa envelhece individualmente, ou seja, à sua maneira.

O IDOSO AINDA CONSTRUTOR

Depois da palestra do Dr. Adjar Mendes, o seminário abriu o debate intitulado “O idoso ainda construtor – na família, no trabalho, na educação, nos valores e na fé”, com a participação da irmã Débora Niquini, doutora em Educação pela Universidade Católica de Brasília; e de três membros do Grupo Convivência: o engenheiro Fernando Garro e as professoras Maria Imaculada e Laura Mendes.

Como avó, educadora, mãe, esposa e católica, a professora Maria Imaculada falou sobre o papel do idoso na família atualmente. Ela ressaltou que os idosos são o tronco, a história da família, os guardiões dos valores dessa família e, por isso, merecem o respeito de filhos, netos, noras e todos os membros dessa família. Eles não são um fardo para a família. “Nós não podemos ter medo de dizer um não, de dar um conselho quando achamos que certa coisa não está correta”, alerta a professora. Maria Imaculada disse que muitas vezes os filhos programam suas vidas e, para cumprir seus objetivos, empurram os netos para que os avós tomem conta e nem sequer perguntam se eles querem fazer isso. “Não queremos apenas tomar conta de neto, ser avós para dar presentes caros e outras coisas desse tipo. Queremos ter uma relação sadia com filhos e netos, estar inseridos no seio da família”, conclui.

O engenheiro Fernando Garro ressaltou que as pessoas com mais idade não devem ter vergonha de ser chamados de idosos. “Pelo contrário, devemos ter orgulho, pois ultrapassamos as outras duas idades para chegar a terceira e somos vencedores”, comenta. Ele lembrou que tudo passa por esse processo, as estrelas e o próprio universo passam por essa evolução. Com uma pessoa de números, ele também citou o fato de que a população idosa cresce em todos os países e lembrou que a Organização Mundial de Saúde (OMS) considera que, nos países desenvolvidos, toda pessoa com 65 anos ou mais é considerada idosa e que, no Brasil, essa idade é reduzida para 60.

A irmã Débora Niquini falou sobre algumas falhas no processo educativo dos jovens, o que acaba deixando a responsabilidade da formação apenas para a escola. Ela fez uma relação da própria natureza com o envelhecimento. Débora mostrou como uma árvore madura pode gerar muitos frutos sombra, pode acolher e ser uma referência no caminho de muitos e lembrou que as atitudes das pessoas idosas são quase sempre de tolerância, de ajudar os outros. Ela disse que toda ação voltada para conhecer melhor a vida dos mais velhos compreende um pensar aprofundado, uma ação organizada e uma interação para evitar o erro da tendenciosidade.
O que é um valor? Tentando responder a essa pergunta, a professora Laura Mendes falou sobre a importância dos valores na nossa vida, no nosso processo de envelhecimento. Ela ressaltou que o primeiro valor é o da vida, pois é o dom que recebemos de Deus e que temos que preservar. “Estamos assistindo a banalização da morte, a globalização da indiferença, e não fazemos uma reflexão mais profunda sobre isso”, alerta Laura. Ela lembrou que Cristo disse: “eu vim para que tenhais vida e vida em abundância”. Por isso, devemos sempre lembrar a importância de nossa vida como projeto de Deus e por isso temos um grande valor que temos que cuidar.

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Depois do intervalo do almoço, os mais de 100 participantes do III Seminário de Convivência com a Maturidade se reuniram com diversos outros grupos da paróquia (Células, Catequese, Perseverança e Master) para debater o tema: “Trabalhando juntos para conviver melhor com a maturidade”.
 
RIT_5104.JPGAntes deste debate, que teve como mediadora a cantora, pregadora e missionária Isabela Stehling, dr. Adjar Mendes – que também compôs a mesa, fez diversas dinâmicas que dispertou os participantes para a transformação e colorido da vida. 
 
Logo em seguida, a animada dupla, a versátil Isabela Stehling e o carismático Marquinhos – ambos do Projeto Restaurando Vidas, que se colocou à disposição durante todo o seminário, alegrou o evento e levantou diversos talentos dos participantes através da música.
 
Ronaldo Moura, coordenador das Células, enfatizou a contribuição desse Grupo, que acontece nas casas. “As Células têm um papel fundamental nesta construção de convivência, acontece nas casas, nos apartamentos, portanto as reuniões são mais próximas e íntimas de todo o espaço familiar. Assim reforçamos a caminhada de igreja nas casas.A Célula na maturidade apresenta cinco propostas da Igreja: Adoração, Comunhão/fraternidade, Envio, Servir (se colocar para o outro na experiência, na esperança, na sabedoria) e Edificação: construindo através da  Palavra, nos sacramentos e no próximo.”
 
Bernadete Barros, uma das coordenadoras da Catequese, ressaltou o apoio e o carinho que as crianças têm junto às pessoas da maturidade. “A criança está muito no meio familiar e cada vez mais ligados com os seus avós. O idoso é a melhor coisa do mundo, é alguém muito importante, muito carinhoso. A criança aprende na Catequese a importância dos idosos. Ás vezes, eles não entendem a fragilidade dos idosos, mas querem ajudar. Aprendem a lidar com as perdas. Apresentamos a história de Israel, os anciãos eram ouvidos, eram guardiões da fé e da sabedoria. Precisamos pensar mais nos idosos na vida familiar e na vida de igreja.”
 
Paulo César Auarek Filho, coordenador do Grupo Perseverança que acolhe jovens adolescentes na idade de 10 a 15 anos, partilhou sua boa experiência de ter vivido com os seus avós, e como profissional e experiência na área de telecomunicações, chamou a atenção para o conhecimento das novas tecnologias que podem distanciar, mas podem aproximar as diversas gerações. “É preciso também aproximar o idoso da tecnologia para dialogar de outras formas com a juventude, sem perder o valor do contato direto. Convidou os participantes para trazerem seus netos, amigos para o Grupo Perseverança e, emocionado, partilhou um pensamento. “Quando perdemos um idoso, perdemos uma biblioteca, um conjunto de sabedoria.” Vamos aproveitar a tecnologia que também pode aproximar. Aqueles que tem dificuldade para dizer diretamente, talvez comecem a dizer pelo celular. Talvez seja um caminho.”
 
Patrícia Rosa, coordenadora do Grupo Master, falou da realidade desse Grupo que integra essa faixa de idade de jovens adultos (18 a 46 anos), em plena vida ativa, estudando, trabalhando, pre-ocupados com a vida, portanto talvez, sem querer, um pouco afastados de seus queridos. “São pessoas que estão vivendo projetos individuais. A dificuldade do Grupo Master é associar essa fase d vida com o lado familiar. A gente vai, sem querer, afastando da família, principalmente, dos avós – que muitas vezes estão morando mais distantes. Confesso que as vezes estamos em um mesmo ambiente conectado com o mundo e distantes a pouco metros de familiares dentro de casa. Esse ativismo vai nos roubando essa bonita oportunidade de convivência. Essa correria do dia  a dia. Devemos preservar e melhorar essa convivência.”
 
A mediadora Isabela resgatou a fundamento do debate, pedindo intercessão para avanços e ações práticas de todos na busca de melhorias na convivência com a maturidade. “Peçamos a Deus essa interação para que possamos agir em cada pastoral/grupo/célula e efetivar tudo isso que foi partilhado. “
 
Dr. Adjar ressaltou o significado da palavra Seminário e fez uma forte observação: “Seminário significa semear. Estamos fazendo nossa parte. Lançamos a semente. Precisamos cuidar do tesouro da sociedade: as pessoas, a família, o idoso. Precisamos integrar os extremos – netos e avós, precisamos da participação dos adultos, nossos filhos, mediadores, que já foram netos e vão ser os idosos de amanhã. Hoje detectamos que existem diversos problemas e que podemos buscar soluções para uma convivência melhor e mais feliz, mas, afinal, onde estão os idosos da nossa comunidade? 
 
RIT_4952.JPGPadre Alexandre iniciou a palestra com uma dinâmica que movimentou os participantes e os mesmos saírem do lugar 

“A palavra velho traz diversos significados negativos e, atualmente, existe uma enorme idolatria para a juventude: força física, beleza exterior, prazer eterno nesta Terra. O mais importante é saber envelhecer e ao mesmo tempo descobrir que não podemos ficar presos em nós mesmos. É Deus que prolonga os dias de nossas vidas. A produção intelectual é enorme e os idosos aprendem o que querem aprender. Se estamos fechados no nosso mundo interior, não nos abrimos para vida e convivência social. O idoso é produtivo e precisa conviver com todas as faixas etárias. As famílias estão adoecidas, porque eles perderam a memória, a história, a convivência. O Deus da Bíblia não se limita ao tempo cronológico. Ele está diante de todos e se encanta com todos, e vê a beleza em todas as idades. Os desafios da Pastoral do Idoso é o agir. É despertar na comunidade paroquial, em toda a igreja, esse tempo da maturidade em todos os movimentos, pastorais. Despertar, acordar para essa integração.”
 
O Grupo da Convivência se encontra todas as terças-feiras, às 20h, na Sala Mateus, na Paróquia Nossa Senhora Rainha – Belvedere / Belo Horizonte. Está surgindo um novo dia de encontro para atender aquelas  pessoas que não podem participar à noite: às segundas-feiras, à 16h, na sala Mateus.


AnaCarolinabx.JPG“Fiquei sabendo do Seminário através dos recados nas missas. A igreja, o Grupo, estão de parabéns pela iniciativa. A maioria , 90% dos meus pacientes são idosos. Gostei muito do encontro e estou agendando uma visita para conhecer mais o Grupo nas terças-feiras. Aprender para partilhar mais esses conhecimentos.” Ana Carolina Ribeiro, jovem fisioterapeuta, especialista em tratamento com idosos.

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